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Conmebol Libertadores 2018

Publicado dia 18/04/2018 às 11h12min | Atualizado dia 19/04/2018 às 09h51min
COPEIRO CORINTHIANS VISITOU INDEPENDIENTE EM TESTE DE FOGO NA LIBERTADORES DA AMÉRICA E FLAMENGO VISITOU O INDEPENDIENTE SANTA FÉ

INDEPENDIENTE 0X1 CORINTHIANS 

Corinthians e Independiente (ARG) fizeram na noite desta quarta-feira, em Avellaneda, na Grande Buenos Aires, um dos duelos mais eletrizantes do futebol sul-americano em 2018. Mesmo com chances para ambos os lados, brasileiros e argentinos empatavam sem gols até os 35 minutos do segundo tempo. Empatavam, no pretérito... De cabeça, Jadson marcou o único gol da vitória alvinegra, válida pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores.

O triunfo no estádio Libertadores de América dá ao Corinthians a liderança isolada do grupo 7 do certame, com sete pontos. Millonarios (COL), com quatro pontos, e Independiente, três, ocupam segunda e terceira colocações, nesta ordem. O posto de lanterna da chave pertence ao Deportivo Lara (VEN), com três.

Para a partida, Carille optou por uma escalação com duas alterações em relação à da vitória sobre o Fluminense domingo passado, na Arena: Maycon e Jadson entraram nos respectivos lugares de Renê Júnior e Mateus Vital, opções no banco de reservas.

O Corinthians, portanto, foi a campo com a seguinte formação: Cássio, Fagner, Balbuena (capitão), Henrique e Sidcley; Ralf e Maycon; Ángel Romero, Jadson, Rodriguinho e Clayson.

Já o Independiente, comandado por Ariel Holan, armou sua equipe com Campaña, Fabricio Bustos, Figal, Amorebieta e Gastón Silva; Nicolás Domingo, Gaibor, Verón, Martín Benítez e Menéndez; Silvio Romero.

O JOGO

A promessa era de um Corinthians fechado e apostando nos contra-ataques contra um Independiente ofensivo, disposto a abrir o placar a qualquer custo. E foi assim em grande parte do primeiro tempo. A equipe argentina esbanjava posse de bola superior a 64%, mas encontrava dificuldades para fazer Cássio trabalhar. Em contrapartida, o Timão foi o primeiro a criar chance de perigo.

Aos 12 minutos, Clayson encontrou Maycon na entrada da área. O camisa 8 alvinegro, sem opções de passe, invadiu e finalizou rasteiro, obrigando o goleiro Campaña a fazer boa defesa. A partir daqui, o Independiente deu indícios de que dominaria o jogo – com direito a Silvio Romero perdendo gol dentro da área – mas o Corinthians de Carille, acostumado a sofrer, se fechava e contra-atacava em velocidade como em poucas partidas na atual temporada.

Rodriguinho deu ao menos três passes em profundidade ao longo da etapa inicial, um deles para Clayson, que poderia ter aberto o placar, mas perdeu o timing, freou e optou pelo arremate, posteriormente desviado para a linha de fundo. Em outro, Romero “maratonou” por metade do campo e bateu fraco, direto para as mãos do arqueiro do Independiente.

É possível dizer até que o Timão produzia acima do esperado, levando em consideração o adversário (maior campeão do torneio, com sete títulos), o peso de um duelo de Libertadores e o fator visitante. Sinais de que uma vitória em Avellaneda estava longe de ser sonho...

Ao Independiente, restava se mandar ao ataque em busca dos três pontos, pois jogava ao lado de sua torcida e, na teoria, tinha obrigação de vencer. Ariel Holan colocou o meia Meza e camisa 9 Gigliotti já no início do período complementar. Ainda assim, o Corinthians demonstrava maturidade em solo argentino, dava sossego a Cássio e impunha velocidade pelos lados do campo, embora pecasse na finalização.

Carille fez sua primeira substituição aos 28 minutos do segundo tempo, quando sacou Clayson, discreto, para a entrada de Mateus Vital. O objetivo era fazer o Timão ficar com a bola por maior tempo e ter fôlego novo tanto para atacar como para marcar.

Só que o Corinthians, torcedor, estava disposto a retornar ao Brasil com três pontos na bagagem. Aos 35 minutos, Vital cruzou da esquerda e encontrou Jadson, em posição regular, dentro da área. Mesmo marcado, o camisa 10 desviou e colocou os brasileiros à frente do placar na Argentina.

O time de Avellaneda, é bem verdade, chegou a balançar a rede do Timão aos 41. O trio de arbitragem, contudo, viu impedimento inexistente de Silvio Romero, que desviara para o gol e superara Cássio. Pois o Corinthians, que nada tem a ver com isso, fez o dever de casa (longe de casa) e somou três pontos bem-vindos!

 

FLAMENGO 1 X 1 INDEPENDIENTE SANTA FÉ

O Flamengo não conseguiu vencer o Santa Fé, nesta quarta-feira, pela terceira rodada do Grupo 4 da Conmebol Libertadores e amargou um empate injusto diante de um Maracanã silencioso e nem a Nação. Por conta das punições impostas pela Conmebol, Mais Querido jogou sua segunda partida com portões fechados e foi o segundo empate na competição. As duas equipes tornam a se encontrar na próxima quarta-feira (25), em Bogotá (Colômbia). 

A Nação esteve distante esta noite. O silêncio no Maracanã era cortado pelos gritos dos jogadores e pelas conversas dos jornalistas e demais profissionais envolvidos na partida. O Flamengo entrou em campo energizado pela festa do dia anterior e foi para cima do Santa Fé querendo garantir o resultado. E aos sete minutos, Diego cobrou escanteio, o goleiro Zapata falhou e Dourado estava lá para ceifar pela sexta vez vestindo o Manto Sagrado, que estreava nesta noite o novo modelo. 

O domínio do jogo era total rubro-negro. Aos 26 minutos, uma grande chance de ampliar. A arbitragem marcou tiro livre indireto na área colombiana. Na cobrança, Diego chutou a bola com força por cima do gol. E o time acabou punido aos 30. No contra-ataque, os colombianos empataram, aproveitando erro na saída de bola carioca. Plata achou Morelo livre na área e saiu o empate.

O gol impactou o time, que diminuiu a intensidade, mas ainda teve uma boa oportunidade de marcar. Aos 42, Dourado recebeu cruzamento de Paquetá e tentou de primeira, mas a bola saiu pelo lado do gol e as equipes foram para o vestiário com igualdade no placar. 

O segundo tempo começou com ritmo diferente. O Flamengo voltou trabalhando mais a bola e esperando pela melhor oportunidade. Mauricio Barbieri trocou, colocando Willian Arão e Lincoln nos lugares de Everton Ribeiro e Henrique Dourado, respectivamente. O primeiro chute demorou a sair, apenas aos 13, com Vinicius Junior, mas a bola foi à direita do gol de Zapata. Dois minutos depois, o mesmo Vinicius cruzou na medida para Lincoln, completamente livre, mas Tesillo evitou que a bola chegasse ao atacante para o gol certo.  

Aos 20, outra boa oportunidade. Diego bateu escanteio, o goleiro rebateu de novo e Lincoln chutou. A bola foi para o meio da área, onde Vinicius dominou e chutou, mas por cima do gol. Arão também teve sua chance, após falta cobrada por Diego, mas cabeceou para fora.

A bola teimou em não entrar. Uma verdadeira blitz aconteceu aos 30. Em mais uma falha de Zapata após cobrança de escanteio, a bola ficou solta na área. Réver chutou, deu rebote, Lincoln tentou e a zaga evitou quase em cima da linha, mandando para córner. Na cobrança, Paquetá cabeceou e Soto salvou embaixo do travessão. Outro rebote e Juan mandou para o gol. Soto, novamente evitou e a arbitragem marcou falta na sequência, aliviando os colombianos. 

Aos 42, o grito de gol ficou na garganta. Diego invadiu pela esquerda e chutou colocado, mas Zapata fez grande defesa, evitando o gol da vitória. A bola não entrou e o Flamengo empatou sua segunda partida em casa na competição, somando agora cinco pontos. River Plate e Emelec jogam na quinta-feira, no Equador, e os argentinos podem igualar em pontos na liderança, em caso de vitória. 

 

Fonte: Redação Web Radio Som Tribuna

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